“É preciso estar atento e forte, não temos tempo de TEMER a morte”!!!

“Vem, vamos embora, que esperar não é saber,

quem sabe faz a hora, não espera acontecer.”

Geraldo Vandré.

 

Muitas vezes na vida nos sentimos desamparados diante de tanta injustiça, sentimos a dor nos invadir, a tristeza nos tomar, e choramos.

O que seria de nós sem a arte? A poesia? A música?

Quando pessoas te apontam e te chamam de vagabundo e preguiçoso, um verdadeiro irresponsável? O que fazer?

Infelizmente eu passei por algo assim e ninguém tem como entender uma coisa destas. Não é concebível que pessoas se aproximem de você quando está ferido e te lancem ao precipício.

Não há nada melhor a fazer que pedir a Deus para que estas pessoas estejam bem e tenham curado a sua dor interior, a auto estima esteja elevada e que, hoje, consiga sorrir para o mundo, deixando para trás este tempo em que chutava cachorros pela estrada.

É claro, temos que compreender que pessoas que agem assim, tentando nos menosprezar, nos diminuir, nos destruir, por fim, tem uma dor em sua alma maior do que podemos imaginar e são, verdadeiramente, dignas de pena.

Hoje, depois que sai de uma depressão, que consumiu dez anos da minha vida, que me acometeu com a morte de meu pai, tenho a felicidade de ter saído dela sem remédios. Me pergunto, quantos não conseguem? Quantos não estão gritando por ajuda para cada um de nós e nem percebemos, pois o mundo a nossa volta nos exige produzir mais dinheiro, mais dinheiro, mais dinheiro.

No entanto, o que é mais impressionante é que ante a nossa dor, existem dores maiores e que nos são inimagináveis.

A DOR  de você estar num quarto aos dezesseis, dezoito anos, como muitas pessoas, homens e mulheres, na época da DITADURA estiveram, “à mercê” de brutais serviçais dos donos do poder. E observamos que a nossa Presidenta Dilma passou por isto.

Em busca de propriedades, dinheiro, influência, fama, poder. Mas, me digam, em nome de que?

Se a vida nos ensina alguma coisa é que, ao sairmos dela não levaremos nada. Ficam propriedades, dinheiro, jóias e a própria vida, que, descobrimos, então, que nem ela nos pertencia.

Temos um prazo muito curto para viver, pois, quando muito, iremos beirar os cem anos, não muito mais que isto, e para que serve tanta ambição? Tanto FUROR em acumular coisas que não levaremos conosco?

Dizem que, ao final de nossa jornada aqui na terra, seremos julgados pelos filhos que fomos, pelos pais que nos tornamos, pelos profissionais que fomos, irmãos, amigos e etc.

Hoje, a cada dia que passa, acredito que é muito mais que isto. Creio que estamos aqui com uma missão maior, muito mais que estas elencadas acima.

Que tipo de jardineiros nós somos? Que tipo de zeladores nos tornamos? Sim, porque entendo que estamos aqui para cuidar de tudo aquilo que está à nossa volta. Animais, plantas, das pessoas mais frágeis que a gente, nosso planeta enfim, e, no entanto,  observamos nossos semelhantes morrerem até de FOME, sem nada fazer, poluímos as águas, a terra, ao depositar o lixo acima dela, e o ar. Será que não percebemos que estamos condenando tudo a uma destruição sem o menor sentido?

O que importa na vida, não é o que você alcançar no final, e sim, tudo aquilo que você “enfrentou” para ter chegado lá, tanto os sorrisos quanto as lágrimas que derramou. As chegadas e as despedidas. As rosas e os espinhos. As vitórias e as derrotas. Elas fizeram você ser quem você é, e a vida terá valido a pena, quanto mais a pessoa que você acreditava poder tornar-se, lá atrás, esteja sorrindo para você no momento em que você chegar ao fim de sua jornada.

Vamos recordar de alguns bons momentos em que a arte nos brindou com palavras e sensações de coragem, de ânimo, para prosseguirmos em nossa luta contra a TIRANIA E A OPRESSÃO.

 

Começo com um poema de minha autoria:

 

Nossa Travessia

Fábio Brito

 

A gente não entende as guerras

e seus heróis premiados,

por matar e destruir nossos irmãos.

 

Eles quebram nossos sonhos

de uma maneira tão brutal,

que não sabemos se conseguiremos

colar nossos cacos, curar nossas feridas.

 

Mas, ante a dor que sentimos no coração,

atravessando a longa e sombria noite

em que nos jogaram,

descobrimos as respostas de que precisamos

em nosso coração, no fundo de nós mesmos.

 

Não devemos nos preocupar com o que eles sejam,

com o que pensam, ou como agem.

 

É verdade, por alguns momentos não temos ânimo,

nos encolhemos e choramos, nosso coração sangra,

mas sabemos que isto não resulta em nada,

e, mesmo que tenhamos sido atingidos

no seio de nossa própria família,

por pessoas que não esperávamos,

Iremos levantar.

 

Fortalecidos em nossos valores

e oferecendo nossa mão aos traidores,

porque não queremos ninguém ao chão,

e a travessia só vale a pena com união,

pois só somos verdadeiramente fortes no amor.

 

 

Divino Maravilhoso

Caetano Veloso

 

Atenção ao dobrar uma esquina

Uma alegria, atenção menina

Você vem, quantos anos você tem?

Atenção, precisa ter olhos firmes

Pra este sol, para esta escuridão

Atenção, tudo é perigoso

Tudo é divino maravilhoso

Atenção para o refrão

É preciso estar atento e forte

Não temos tempo de temer a morte

É preciso estar atento e forte

Não temos tempo de temer a morte

 

Atenção para a estrofe e pro refrão

Pro palavrão, para a palavra de ordem

Atenção para o samba exaltação

Atenção, tudo é perigoso

Tudo é divino maravilhoso

Atenção para o refrão

É preciso estar atento e forte

Não temos tempo de temer a morte

É preciso estar atento e forte

Não temos tempo de temer a morte

 

Atenção para as janelas no alto

Atenção ao pisar o asfalto, o mangue

Atenção para o sangue sobre o chão

Atenção,tudo é perigoso

Tudo é divino maravilhoso

Atenção para o refrão

É preciso estar atento e forte

Não temos tempo de temer a morte

É preciso estar atento e forte

Não temos tempo de temer a morte.

 

 

Que as Crianças Cantem Livres

Taiguara

O tempo passa e atravessa as avenidas
E o fruto cresce, pesa e enverga o velho pé
E o vento forte quebra as telhas e vidraças
E o livro sábio deixa em branco o que não é

Pode não ser essa mulher o que te falta
Pode não ser esse calor o que faz mal
Pode não ser essa gravata o que sufoca
Ou essa falta de dinheiro que é fatal

Vê como um fogo brando funde um ferro duro
Vê como o asfalto é teu jardim se você crê
Que há sol nascente avermelhando o céu escuro
Chamando os homens pro seu tempo de viver

E que as crianças cantem livres sobre os muros
E ensinem sonho ao que não pode amar sem dor
E que o passado abra os presentes pro futuro
Que não dormiu e preparou o amanhecer…

 

POESIA:

No Caminho com Maiakóvski

Eduardo Alves da Costa

 

Assim como a criança

humildemente afaga

a imagem do herói,

assim me aproximo de ti, Maiakóvski.

Não importa o que me possa acontecer

por andar ombro a ombro

com um poeta soviético.

Lendo teus versos,

aprendi a ter coragem.

Tu sabes,

conheces melhor do que eu

a velha história.

Na primeira noite eles se aproximam

e roubam uma flor

do nosso jardim.

E não dizemos nada.

Na Segunda noite, já não se escondem:

pisam as flores,

matam nosso cão,

e não dizemos nada.

Até que um dia,

o mais frágil deles

entra sozinho em nossa casa,

rouba-nos a luz, e,

conhecendo nosso medo,

arranca-nos a voz da garganta.

E já não podemos dizer nada.

Nos dias que correm

a ninguém é dado

repousar a cabeça

alheia ao terror.

Os humildes baixam a cerviz;

e nós, que não temos pacto algum

com os senhores do mundo,

por temor nos calamos.

No silêncio de meu quarto

a ousadia me afogueia as faces

e eu fantasio um levante;

mas amanhã,

diante do juiz,

talvez meus lábios

calem a verdade

como um foco de germes

capaz de me destruir.

Olho ao redor

e o que vejo

e acabo por repetir

são mentiras.

Mal sabe a criança dizer mãe

e a propaganda lhe destrói a consciência.

A mim, quase me arrastam

pela gola do paletó

à porta do templo

e me pedem que aguarde

até que a Democracia

se digne a aparecer no balcão.

Mas eu sei,

porque não estou amedrontado

a ponto de cegar, que ela tem uma espada

a lhe espetar as costelas

e o riso que nos mostra

é uma tênue cortina

lançada sobre os arsenais.

Vamos ao campo

e não os vemos ao nosso lado,

no plantio.

Mas ao tempo da colheita

lá estão

e acabam por nos roubar

até o último grão de trigo.

Dizem-nos que de nós emana o poder

mas sempre o temos contra nós.

Dizem-nos que é preciso

defender nossos lares

mas se nos rebelamos contra a opressão

é sobre nós que marcham os soldados.

E por temor eu me calo,

por temor aceito a condição

de falso democrata

e rotulo meus gestos

com a palavra liberdade,

procurando, num sorriso,

esconder minha dor

diante de meus superiores.

Mas dentro de mim,

com a potência de um milhão de vozes,

o coração grita – MENTIRA!

 

 

Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores

Geraldo Vandré

 

Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

 

 

Apesar de Você

Chico Buarque

 

Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão
A minha gente hoje anda
Falando de lado
E olhando pro chão, viu
Você que inventou esse estado
E inventou de inventar
Toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar
O perdão

Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Eu pergunto a você
Onde vai se esconder
Da enorme euforia
Como vai proibir
Quando o galo insistir
Em cantar
Água nova brotando
E a gente se amando
Sem parar

Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros, juro
Todo esse amor reprimido
Esse grito contido
Este samba no escuro
Você que inventou a tristeza
Ora, tenha a fineza
De desinventar
Você vai pagar e é dobrado
Cada lágrima rolada
Nesse meu penar

Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Inda pago pra ver
O jardim florescer
Qual você não queria
Você vai se amargar
Vendo o dia raiar
Sem lhe pedir licença
E eu vou morrer de rir
Que esse dia há de vir
Antes do que você pensa

Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Você vai ter que ver
A manhã renascer
E esbanjar poesia
Como vai se explicar
Vendo o céu clarear
De repente, impunemente
Como vai abafar
Nosso coro a cantar
Na sua frente

Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Você vai se dar mal
Etc. e tal

 

 

Dando Milho aos Pombos

Zé Geraldo

Enquanto esses comandantes loucos ficam por aí
queimando pestanas organizando suas batalhas
Os guerrilheiros nas alcovas preparando na surdina
suas mortalhas
Isso tudo acontecendo e eu aqui na praça
dando milho aos pombos ( 2 vezes )

Entra ano, sai ano, cada vez fica mais difícil
o pão, o arroz, o feijão, o aluguel
Uma nova corrida do ouro
o homem comprando da sociedade o seu papel
Quanto mais alto o cargo maior o rombo
Isso tudo acontecendo e eu aqui na praça
dando milho aos pombos ( 4 vezes )

Eu dando milho aos pombos no frio desse chão
Eu sei tanto quanto eles se bater asas mais alto
voam como gavião
Tiro ao homem tiro ao pombo
Quanto mais alto voam maior o tombo

Eu já nem sei o que mata mais
Se o trânsito, a fome ou a guerra
Se chega alguém querendo consertar
vem logo a ordem de cima
Pega esse idiota e enterra
Todo mundo querendo descobrir seu ovo de Colombo
Isso tudo acontecendo e eu aqui na praça
dando milho aos pombos ( 5 vezes )

 

 

Disparada

Jair Rodrigues

 

Prepare o seu coração pras coisas que eu vou contar
Eu venho lá do sertão, eu venho lá do sertão
Eu venho lá do sertão e posso não lhe agradar

Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar
E a morte, o destino, tudo, a morte e o destino, tudo
Estava fora de lugar, eu vivo pra consertar

Na boiada já fui boi, mas um dia me montei
Não por um motivo meu, ou de quem comigo houvesse
Que qualquer querer tivesse, porém por necessidade
Do dono de uma boiada cujo vaqueiro morreu

Boiadeiro muito tempo, laço firme e braço forte
Muito gado, muita gente, pela vida segurei
Seguia como num sonho, e boiadeiro era um Rei
Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E nos sonhos que fui sonhando, as visões se clareando
As visões se clareando, até que um dia acordei

Então não pude seguir, valente em lugar tenente
E dono de gado e gente, porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata, mas com gente é diferente

Se você não concordar, não posso me desculpar
Não canto pra enganar, vou pegar minha viola
Vou deixar você de lado, vou cantar noutro lugar

Na boiada já fui boi, boiadeiro já fui Rei
Não por mim nem por ninguém, que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse, por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu, querer mais longe que eu

Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte num reino que não tem rei

Na boiada já fui boi, boiadeiro já fui Rei
Não por mim nem por ninguém, que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse, por qualquer coisa de seu,
Por qualquer coisa de seu, querer mais longe que eu

Mas o mundo foi rodando nas patas do meu cavalo
E já que um dia montei agora sou cavaleiro
Laço firme e braço forte num reino que não tem rei.

Laiá laiá laiá laiá laiá lá laiá

 

 

Admirável Gado Novo

Zé Ramalho

 

Vocês que fazem parte dessa massa
Que passa nos projetos do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais do que receber
E ter que demonstrar sua coragem
À margem do que possa parecer
E ver que toda essa engrenagem
Já sente a ferrugem lhe comer
Êh, oô, vida de gado
Povo marcado
Êh, povo feliz!

Lá fora faz um tempo confortável
A vigilância cuida do normal
Os automóveis ouvem a notícia
Os homens a publicam no jornal
E correm através da madrugada
A única velhice que chegou
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou!
Êh, oô, vida de gado
Povo marcado
Êh, povo feliz!

O povo foge da ignorância
Apesar de viver tão perto dela
E sonham com melhores tempos idos
Contemplam esta vida numa cela
Esperam nova possibilidade
De verem esse mundo se acabar
A arca de Noé, o dirigível,
Não voam, nem se pode flutuar
Êh, oô, vida de gado
Povo marcado
Êh, povo feliz!

 

O momento em que atravessamos no Brasil não é fácil, mas devemos buscar no mais profundo de nós mesmos as respostas para nossos problemas, e, com certeza, iremos nos deparar com uma força que não sabíamos que tínhamos.

Não podemos fraquejar, não podemos nos acovardar, pois a oportunidade que temos em avançar sobre o campo inimigo é única! Eles rasgaram a Constituição Brasileira. Nosso voto, não foi respeitado e o jogo que se joga agora é o que eles permitirem a gente jogar, se acharem que deve, alteram os resultados, desta forma, seremos bois amestrados num jogo marcado, cheio de vícios, cheio de truques, onde eles escondem as cartas nas mangas e vencem quando quiserem. Algumas concessões serão feitas mas somente quando tiverem a certeza da obediência dos que se dispuserem a participar nestas condições.

Podemos e temos todas as condições de virar este jogo. Somos 99% contra 1%. Nosso povo está preparado e a espera de alguém que os venha liderar no embate que virá.

SIM, NÓS PODEMOS vencer, pois estamos ao lado da VERDADEIRA JUSTIÇA, da VERDADE, da FRATERNIDADE, buscamos a IGUALDADE, caminhamos com o AMOR em nossos corações e quem segue pela vida assim, não só busca a LIBERDADE, porque, verdadeiramente, está, desde sempre, LIVRE, qualquer que seja o desfecho de sua missão.

Devemos, portanto, iniciar agora mesmo, a nossa caminhada, porque, em seu decurso, não há nada que possamos TEMER.

 

Fábio Brito – Santa Catarina.

P.S.: O vídeo abaixo mostra como o povo venezuelano venceu um GOLPE CIVIL E MILITAR que derrubou o presidente Chávez e o manteve fora do poder por dois dias. Não podemos achar que no Brasil seria igual, mas e por quê tem que ser diferente?

Está em nossas mãos fazermos a nossa história agora, retirando o poder dos que se acreditam ser, o nosso país, uma propriedade deles e que, o POVO, É UM MERO DETALHE  que existe apenas para confirmar os seus caprichos e sustentar sua opulência.

Precisamos mostrar que eles estão enganados. Chegou a nossa vez, só depende de nós. Acreditemos no que Obama disse, “YES, WE CAN.”

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3 opiniões sobre ““É preciso estar atento e forte, não temos tempo de TEMER a morte”!!!”

  1. gostei muito do seu artigo-desabafo. tenho 67 anos de vida. já vivi a ditadura e já corri de polícia nos idos de 68. fico emocionado ao perceber que somos um mais um que formam dois. e assim por diante. vamos vencer mais esta batalha, com certeza. os canalhas no poder são obtusos, antigos, maus, podres. e o povo já provou o mel das coisas boas e não vai permitir retrocessos. creia nisto. um abraço forte no seu coração aberto, despojado e sincero.

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    1. Obrigado Anísio, sua opinião é muito importante para que siga em frente com mais ânimo.
      A proposta do blog é discutir política mas não podemos esquecer que a política está em tudo em nossas vidas.
      Na época em que tive a depressão, não posso me esquecer que uma parte enorme do país passava por sérios problemas, era a época do governo FHC. Hoje, quando olho para trás, vejo que a morte de meu pai não foi o único fator que me levou a desenvolver esta doença, que muita gente não a entende como tal e trata a pessoa da pior forma possível, podendo levar, até, ao suicídio.
      Com a ascensão de Lula em 2002, estranhamente, também comecei a vencer a depressão. Em 2003, passei em concurso público e hoje, entendo que a situação do país um fator muito grande na minha doença. Devemos recordar, a GLOBO ganhava prêmios internacionais na época mostrando a SOMÁLIA BRASILEIRA em que esta gente transformou, principalmente, o NORDESTE brasileiro, com milhares morrendo de fome devido ao descaso dos poderes públicos que deveriam proteger nossa gente.
      Resolvi falar do problema que tive, justamente por saber que muitas pessoas que leem meu blog podem ter o mesmo problema ou uma pessoa da família.
      Por outro lado, mesmo tendo passado por aquele período tão difícil para mim, quando olho para a nossa Presidenta, tenho que ser honesto e dizer quanto meus problemas eram pequenos.
      Dilma, o PT e Lula, cometeram muitos erros, é verdade, principalmente ao subestimar o potencial criminoso com quem tentavam dialogar em busca de um país melhor para o seu povo, no entanto, não podemos nos calar e, mais que isto, temos que nos movimentar para barrar este GOLPE.
      Grande abraço amigo. Fica com Deus.

      Curtido por 1 pessoa

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