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ARAPUCA OCULTA – O porquê é necessário se dar a conhecer o inimigo. Reunir forças e não lutar sozinho.

“Será mais nobre, na mente, sofrer as pedras e setas da

fortuna enfurecida ou pegar em armas contra um mar de iniquidades e,

em oposição, pô-las a termo?”

A tragédia de Hamlet, de William Shakespeare. Ato III, Cena I

Uma das táticas usadas numa guerra é a ENGANAÇÃO, o embuste, o blefe. É preciso distrair os menos avisados, chamar a atenção para uma atitude que não é o centro das ações, ou, ainda, ter várias ações, onde se pode fortalecer uma ou outra, a depender de onde o oponente se mostre mais fraco.

SUN TZU ensina isto. Fazer o inimigo acreditar num movimento seu, e levá-lo a erro, movimentando suas forças para onde, ou será aniquilada numa armadilha, ou irá perder tempo com o movimento feito, enfraquecendo um determinado flanco, por onde se pretende avançar.

O que estamos vendo em nosso país é uma “guerra”, e os jogadores, de um lado, estão sendo bem informados, estão recebendo suporte de alguém com “expertise” em assuntos relacionados a golpes e desestabilizações de democracias. Esperemos que esta “guerra” fique, apenas, no campo verbal, pois o que se pode seguir a ela, ao se concretizar um GOLPE, pode ser uma carnificina sem precedentes em nosso país, uma guerra civil.

Neste aspecto, vemos várias jogadas da direita, em busca de fechar o cerco contra as esquerdas brasileiras e levá-las ao precipício. É preciso sufocar o adversário e deixá-lo sem fôlego, zonzo, sem rumo. Abater seu ânimo até que, o seu mais ferrenho defensor, desista e abandone o barco, como um rato assustado.

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ESCONDER O QUE É BOM E MOSTRAR O QUE É RUIM – ANTÍTESE DO RUBENS RICUPERO DOS ANOS FHC.

Não é segredo de ninguém, a mudança de comportamento da grande mídia brasileira, após a ascensão de Lula ao Palácio do Planalto em 2002, vencendo a batalha eleitoral contra o candidato da elite a sucessão de FHC, José Serra.

De um comportamento sempre atrelado ao governo Federal, desde priscas eras, a imprensa brasileira, pela primeira vez, estava do outro lado, e iniciou um jogo pesado contra o Governo Lula. Entra em ação a imprensa mafiosa, onde o “negócio da notícia” passa a ser usado como numa guerra convencional, e, como numa guerra, “a primeira vítima foi a informação”.

A esquerda, no governo, não poderia ter sucesso! Desta forma, a ordem em todas as redações, era agir “à la Rubens Ricupero” só que, desta vez, às avessas, escondendo o que o Governo Federal fazia de bom para o cidadão brasileiro e mostrando o que havia de errado.

AS NOTÍCIAS RUINS ganham “status”. Era preciso criar uma sensação de intranquilidade na população brasileira. Era preciso fazer as pessoas se sentirem inseguras, e, desta forma, a violência passa a ocupar a cena principal nos telejornais. Junto a ela, as notícias de corrupção, antes escondidas, agora são noticiadas, com o devido cuidado de se esconder os nomes dos amigos e exibir como troféus pessoas do PT e/ou seus aliados. É assim que se cria um batalhão de insensatos, dispostos a reverberar as manchetes da grande empresa de mídia, é assim que se arregimenta a horda fascista disposta a fazer o trabalho duro e difícil, de graça, através de agressões e atentados.

Aqueles que se deixam emprenhar pelos ouvidos e olhos, tendo terceirizado a difícil e árdua tarefa de “pensar”, passaram a ser bombardeados, diuturnamente, com notícias negativas, em contradição à época de Fernando Henrique Cardoso.

Era muito sintomático, na era FHC, os jornais esconderem as péssimas notícias sobre a situação do país, apresentando matérias sobre as universidades dos EUA e seus feitos, suas descobertas.

Muito interessante quando terminavam os telejornais com singelas imagens de animais. Era o leãozinho nascido no jardim zoológico, era um pássaro multicolorido, que se acreditava extinto. Tudo muito lindo e encantador!!! Era preciso, então, disseminar esperança, otimismo. É assim, que as grandes empresas de mídia, amansam a insatisfação da população e manipulam sua opinião.

E o PT, com tantos intelectuais simpatizantes à sua causa, nada percebia. Nada fazia para estancar esta verdadeira sangria da DEMOCRACIA, patrocinada pelas Organizações Mafiosas da mídia brasileira, GLOBO à frente.

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CAÇADA INSANA CONTRA A CORRUPÇÃO – MACARTISMO Á BRASILEIRA.

Chegamos ao momento do MENSALÃO e as pessoas são supersaturadas com a exposição das entranhas da política brasileira, sempre com o cuidado de se buscar convencer ao cidadão, que, o “mal”, tem nome e mora no lado esquerdo do peito. LULA E O PT.

Seguindo nesta mesma toada, o mensalão do PSDB, chamado pela mídia de “mensalão mineiro”, pai de todos os mensalões posteriores, é poupado. Até hoje não foi julgado e, vários de seus protagonistas, estão a rir desmesuradamente da patuleia alienada. Estão “todos soltos”. Diversos crimes prescritos e sem data de julgamento. Vários personagens livres e despreocupados, pois, eles sabem, não serão incomodados.

A grande JUSTIÇA, a justiça maiúscula do Joaquim Barbosa, anda de quatro para a elite do país. Continua a oferecer, aos poderosos, a satisfação da impunidade. Todos riem, é só alegria no reino da “Dinamarca”.

LULA E A DÚVIDA DO IMPEDIMENTO.

Enquanto transcorre o processo do mensalão, a grande dúvida era a questão do impedimento do Presidente Lula. Decide-se pelo seu sangramento, para que chegasse às eleições sem capacidade de reação, sem moral para indicar seu sucessor.

Lamentavelmente, para alguns, a realidade daria um baile nos mesmos. Lula sai das cordas, em que fora colocado por um processo fantasioso, caracterizado por um “julgamento de exceção”, onde juízes julgam e condenam sem provas, com base numa “teoria do domínio do fato”, pois a “literatura jurídica assim permitia”.

Barbosa, elevado a herói nacional pela Veja e Organizações Globo, assim como antes houvera sido o Demóstenes Torres, um dos mosqueteiros da Veja, havia, propositalmente, escondido laudos da Polícia Federal e auditoria do Banco do Brasil, em que mostravam que não havia existido desvios de recursos, uma vez que as peças publicitárias, que se alegavam fictícias para o desvio do dinheiro do Banco do Brasil, foram executadas. Ademais, a VISANET, era uma empresa privada.

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CONTRARIANDO TODOS OS PROGNÓSTICOS, LULA ELEGE DILMA.

Durante a campanha de seu sucessor, a batalha foi feroz. José Serra começou a libertar os monstros da intolerância que, hoje, estão adquirindo moto próprio. Os projetos de governo foram relegados a segundo plano e evidenciaram-se pautas conservadoras como o aborto.

Como que numa sequencia do que observamos durante a campanha eleitoral, as agressões e boatos contra a presidente Dilma aumentam com o passar dos dias e se intensificam com a sua posse, agora como uma grande e incessante campanha dos veículos de comunicação que buscam desacreditar a presidenta eleita.

Estas se elevam, mais ainda, quando jovens vão às ruas protestando por R$ 0,20 centavos em passagens de ônibus urbanos e reivindicando a gratuidade para estudantes em todo país. A mídia brasileira vê a oportunidade e inicia uma campanha feroz de desgaste da presidenta, visando às eleições do ano seguinte, em 2014.

Com a campanha eleitoral em rádio e televisão, as esquerdas brasileiras vão recuperando o terreno perdido para a imprensa mafiosa brasileira que busca interferir no processo colocando todo seu peso na eleição de Aécio Neves. Nas vésperas da eleição a VEJA antecipa a capa que distribui aos milhares pelo país todo, principalmente em São Paulo. Um escândalo!

Mesmo com muita deficiência em sua comunicação com a população e o acirramento da disputa política em que os opositores não medem as consequências dos seus atos, soltando na arena política todos os fantasmas e monstros temidos, como a intolerância, homofobia, racismo, perseguição a grupos minoritários, manipulação vergonhosa da grande mídia, com destaque da edição da Veja, a três dias da eleição, que espalhou por muitos lugares, a página de capa como panfleto eleitoral contra a Dilma e o Lula, espalhando uma “notícia” que, hoje, com os depoimentos das pessoas relatadas na “reportagem”, sabe-se que foi uma grosseira mentira para alterar a eleição, Dilma é reeleita Presidenta do Brasil.

Com a derrota de Aécio para Presidente e a perda do PSDB do Estado de Minas Gerais para o PT, Aécio inicia uma campanha violenta para manter-se em evidência e encobrir as notícias do seu estado natal, onde o governador Fernando Pimentel, havia iniciado auditoria dos governos anteriores, do PSDB, e descoberto diversas irregularidades.

Sem a preocupação com os resultados sobre onde levariam suas atitudes,  a oposição leva o país a um estado de exaltação dos ânimos e notícias de intolerância, a cada dia, são mais comuns.

As apostas são em várias frentes:

Anulação da eleição. Primeiro Aécio buscou jogar dúvidas quanto a lisura do processo, pedir recontagem e sandices equivalentes, desautorizado pelos tribunais recorre ás doações “ilegais” que teriam sido recebidas pela campanha de Dilma, fato este que tem um apoio no fiel escudeiro do PSDB na Justiça, o ministro Gilmar Mendes, comandante em chefe das forças jurídicas do TUCANISTÃO.

Eleição de um opositor ao governo nas casas legislativas. São eleitos Renan Calheiros e Eduardo Cunha, sendo que, este segundo, declaradamente contrário ao governo e tendo atrás de si várias denúncias de irregularidades.

Projetos lesivos contra o governo nas casas legislativas. Vários projetos são apresentados para enfraquecer mais ainda o governo, desde projetos que aumentam os gastos para o governo num momento de contenção de gastos a projetos de lei que alteram a Lei de Partilha do Pré-Sal, desobrigando a participação da Petrobrás em 30% e a sua participação consequente na exploração de cada poço descoberto.

Impeachment. Através de “argumentos” fantasiosos e falaciosos, busca-se criar uma atmosfera de dificuldades e paralisia governamentais. Usam-se as chamadas “pedaladas fiscais” e diversos outros.

Paralisação do país através da lava-Jato. Dificuldades várias, insegurança jurídica, prisão de diretores e proprietários de empresas e paralisação das empreiteiras e obras visam causar um caos no país, agravando-se ainda mais a crise mundial que passa a atingir mais forte os demais países e começa a refletir, também, com mais força, no Brasil.

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Os Estados Unidos estão movimentando suas peças no tabuleiro da América Latina e o Brasil é peça importante para este país manter sua hegemonia mundial, através da garantia da posse de riquezas dos países desta região. A desestabilização de todas as democracias, então, é o motor principal da política atual deste império, que não está a medir esforços para conseguir seus intentos.

Através de protestos engendrados e anabolizados pela mídia vendida destes países, busca-se a queda das esquerdas, contrárias ao poder de Washington. Compras de parlamentares, apresentação de projetos que beneficiem suas empresas em detrimento das dos países de origem de cada um e outras estratégias, como a guerra, entre alguns destes países, pretende-se cercar toda a América do Sul, que tem se levantado e desafiado, sistematicamente, o poder da Águia.

As fronteiras entre Venezuela e Colômbia, são as que inspiram maiores cuidados e, uma guerra entre estes dois países, levaria a Washington a sair em socorro a seu aliado, a Colômbia, contra seu inimigo maior na região, a Venezuela, passando a intervir descarada e escancaradamente contra este.

Com várias bases implantadas no território colombiano, esta tarefa seria mais fácil, esperam eles. Como as estratégias de golpe e desestabilização interna da Venezuela não deram certo, parte-de, então, para a boa e velha intervenção militar direta, com a invasão, pura e simples do país, com os pretextos mais acintosamente injustificáveis que tiverem em mãos, afinal, quem vai se interpor contra eles? Se puderam fazer o que fizeram no Iraque ou no Afeganistão, porque não fariam na pobre Venezuela? Se puderam montar toda a farsa do ATENTADO do 11/09, levando milhares de pessoas à morte, dentro de seu próprio país, o que impediria a eles de fazerem o que querem e desejam no mundo?

Estes fatos tem provocado uma corrida armamentista na América do Sul, principalmente, com seus países buscando reforçar seu poderio bélico, temendo algo mais sério. Silenciosamente, os EUA vão cercando, também, o Brasil, com bases variadas circundando nosso território.

Internacionalmente, a desmoralização do governo de Nicolás Maduro se acentua, mostrando-se cenas de desordem provocadas pelo desabastecimento deste país, como se esta fosse responsabilidade única de erros do governo central e não houvesse um absurdo boicote da elite nacional para provocar a revolta do povo contra seu próprio governo.

Na geopolítica mundial, cada peça, do adversário, que cai, pode levar toda a região a tempos obscuros, vividos a apenas poucos anos, e a um tenebroso período de privação das liberdades e das esperanças de milhões de “sudamericanos”.

Não é hora de dormir. Acorde. Você, queira ou não, foi colocado neste tabuleiro de xadrez. A peça que você precisa movimentar é a sua opinião e a sua coragem para enfrentar, nada menos, que o poder do maior império do planeta, colocando-se ao lado do governo, que realmente está a te defender e dos países que alteraram as condições em que toda a América Latina vivia a poucos anos atrás.

Sua voz e sua opinião, através das redes e nas ruas é esperada pelas pessoas menos afortunadas. A JUSTIÇA  e a humanidade dependem de cada um de nós. GRITE. REBELE-SE!!!

Fábio Brito, Bahia.

A INVISIBILIDADE DE UM EX PRESIDENTE AMARGURADO. A MÍDIA MOSTRA, MAS O POVO NÃO VÊ.

“Prefiro ser uma gota de amor ao invés de um mar de amargura.”

Madre Teresa de Calcutá.

 

“Caro” ex presidente amargurado, inicio esta carta com a palavra “caro”, porque tenho memória, e me recordo, perfeitamente, de como foi o período em que você esteve à frente do governo de meu país, em que sua imagem fulgurava nos televisores, jornais e revistas, devido ao desmesurado suporte que a mídia venal lhe concedia. Tristes foram os momentos e, desta forma, não poderia me referir, à sua pessoa, como a alguém a quem reservo desvelo. Sinto muito.

Lembro-me, também, o quão prestativos lhe foram (esta mídia), ao disseminar a singela invencionice acerca da paternidade do Plano Real. Quando via sua figura patética na tela a sorrir, deslumbrado com a evidência angariada com sua assunção ao poder maior de nossa nação, não conseguia conter meus pensamentos, que me remetiam à imagem de suínos se refestelando numa pocilga.

Fico a me perguntar a que se deve a reverberação atual de suas reflexões, uma vez que, se não estou equivocado, seu DESgoverno foi o que propiciou a empresas estrangeiras, a aquisição de estatais nacionais, patrimônio construído com o trabalho árduo de milhões de patrícios, com moedas podres e, como se não bastasse, viabilizou, a estas mesmas empresas, empréstimos, advindos das economias do depauperado povo brasileiro.

Como não recordar da miséria e da fome que açambarcava o povo Nordestino? Povo este relegado á própria sorte, por seu líder maior, você, e tragado por um turbilhão de perturbações, originadas da incompetência e do desdém, acerca de suas aflições e anseios. Pessoas com sonhos destroçados, pela subserviência devotada pelos seus líderes a alienígenas sanguessugas. Feliz estava a Globo, ao usar esta população nas “reportagens” dramáticas que relatavam nossa dor e obtendo prêmios com as mesmas.

Uma miríade de escândalos, todos cuidadosamente acobertados pelo quarto poder, aliados incondicionais da desfaçatez com o trato da coisa pública, que seu governo aboletava. Atravessávamos, então, um indelével e implacável inverno no Brasil. As nuvens encobriam todo o Sol. A escuridão sufocava nossa alma.

A afronta aos direitos elementares do povo, observada no tratamento dispensado à coletividade, como os observados nas greves dos petroleiros e ao MST, maculava a esperança intrínseca a cada brasileiro. Soçobrávamos na curva do rio, atônitos.

Deverias estar encarcerado a sete chaves, porém, como não estás, regozijo-me ao imaginar-lhe defronte ao espelho, observando a imagem de um indivíduo transtornado com o reflexo diante de si, uma “nulidade exponencial”, um lacaio vil, traidor, não só de seu povo, mas de sua própria “biografia”. Um indivíduo que podia ter sido, mas não foi.

Causa-me repugnância, recordar de todos os seus “feitos”. Peço a Deus que não me permita fazê-lo, que me retire este poder, que me abençoe com o esquecimento, este mesmo sentimento que meu povo lhe dispensa, ao ter tido a felicidade de viver sob os governos do PT, a que vocês, hoje, se dedicam a enodoar com as maledicências arremessadas contra seus líderes, LULA e DILMA.

A amargura lhe transformou em uma sombra do que um dia pudera ter se transformado. Hoje, és apenas um insensato a sonhar com a quebra do Estado de Direito, com a aniquilação de nossa Democracia, ilusão pueril que lhe resta, em um retorno triunfal, que nunca chegará, para “salvar-nos” de nossas alegrias recém conquistadas.

A dúvida se apodera de mim, qual teria sido a marca maior do seu (DES)governo? Arriscando-me a contrariar legiões de conterrâneos, considero que foi a pusilanimidade com que representou o nosso Brasil lá fora. Recordo-me de um vídeo surreal, em que você, acreditando-se garboso, mostrou todo seu lado néscio, quando numa reunião, se não me engano na Itália, ruminou, diante de outros líderes mundiais, todos os seus mal feitos, executados de acordo com os ditames dos poderosos a quem você se subordinava. Que cena deplorável!

Nunca acreditei que pudesse me sentir tão enxovalhado com a estultice de alguém. Pergunto-me, como tal espectro pode, um dia, projetar uma imagem de “grande sabedoria” quando o seu cerne apresenta-se tão torpe? Incompreensível me parece.

Entendo, hoje, mais que nunca, porque você se tornou uma figura tão triste, uma sombra débil, mesmo que projetada em noite de lua cheia.

Por fim, recordo-me da XVII Cimeira Ibero-Americana, ocorrida em 2007, no Chile, quando uma daquelas pessoas a quem você admira, revelou a sua arrogância e prepotência, mandando o Presidente venezuelano, Hugo Chàvez, se calar. “Solamente otra persona digna de olvidar”.

Diversamente aos motivos do rei, e para preservá-lo, peço, cala-te….(??????).

Cala-te, cala-te, cala-te…

Quem é você mesmo???

Esqueci.

P.S.: Fiz esta carta a uma pessoa a quem não me recordo mais quem é, quem souber de quem se trata, por favor, me ajude. Grato.

Fábio Brito – Bahia.